Case · Fintech
Banco BMG: +30% de conversão em crédito
A Studio Labs embarcou arquitetura de decisão no ponto de decisão de crédito do Banco BMG. A conversão em crédito subiu 30%.
O desafio
Em crédito, a conversão é ganha ou perdida na decisão. Fricção e hesitação no fluxo de aprovação e oferta vazam solicitantes qualificados que o banco já trabalhou para alcançar. A alavanca era a decisão em si, não mais volume.
O que a Studio Labs construiu
Embarcamos arquitetura de decisão no ponto exato onde a decisão de crédito acontece, entregue em produção. Roda sob auth, RLS, logs de auditoria e avaliação contínua, alinhada à LGPD desde o começo, dentro do mesmo stack que o banco já opera.
Não é demo e não é piloto que ficou na gaveta. É software rodando em produção, com o time do cliente dono do que foi feito.
O resultado
Conversão em crédito 30% acima, com a lógica de decisão viva em produção no ponto onde o solicitante se compromete.
Como isso roda em produção
O que decide se aquilo se sustenta não é o modelo, é tudo em volta. O trabalho roda dentro do stack que a Banco BMG já opera, não ao lado como um sistema separado, porque decisão que mora numa ferramenta paralela é decisão sobre a qual ninguém age.
Na prática: auth e row level security para o sistema só enxergar o que o usuário solicitante pode enxergar, rate limits e trilha de auditoria para toda ação ser atribuível, e avaliação contínua contra tráfego real em vez de um conjunto fixo de teste. Observabilidade entra desde o primeiro dia, porque sistema que você não consegue inspecionar numa requisição específica é sistema que você não consegue depurar às duas da manhã.
O que o time leva
O código é do cliente desde o primeiro dia, nos repositórios dele. Não somos uma dependência que se aluga por tempo indeterminado, e o trabalho não é desenhado para você precisar da gente no trimestre seguinte.
A gente entra junto com o time interno enquanto a coisa é construída, então quem vai tocar depois é quem viu ser feito. Ficamos até se sustentar em produção e o time conseguir seguir sem a gente, que é um padrão mais duro que entregar e ir embora.
Onde esse padrão se aplica
A forma generaliza para além de crédito e bancos. Onde existe uma decisão tomada repetidamente, em volume, com consequência real que você lê num número, vale a mesma abordagem: achar a decisão que compensa automatizar, construir o sistema que a executa, conectar isso ao fluxo onde os solicitantes realmente está, e cobrar um padrão mensurável.
O que não generaliza é pular o diagnóstico. O decisão de crédito era o lugar certo de trabalhar aqui porque era onde a decisão morava. Em outra empresa vai ser outro passo, e começar pela tecnologia em vez da decisão é a forma mais comum de esse trabalho falhar. É esse o raciocínio por trás de como construímos IA em produção, ponta a ponta.
Onde sua conversão quebra?
Agende uma call de 30 minutos. A gente mapeia onde a conversão quebra no seu produto e diz a faixa para resolver em produção.
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